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19/03/2010
 
REAFIRMAR CANDIDATURA PRÓPRIA E AGNELO AO GDF
 
 
 

EM DEFESA DO PT E DAS TRANSFORMAÇÕES SOCIAIS

A proximidade das eleições gerais de 03 de outubro de 2010 tem deixado a oposição cada vez mais agitada, agressiva e histrionicamente desesperada. A utilização do velho bordão udenista e a constante repetição de que o PT é um partido corrupto, ao tempo que ofende a consciência da militância petista, dissemina a alienação e alimenta ilusões sobre o sistema capitalista de produção.

Essa bateria de ataques da direita esbarra nos seus próprios limites, na medida em que nossos detratores não reúnem autoridade política para isso. A corrupção emana da estrutura política conservadora que sustentam esses partidos e não das forças que constituíram o Partido dos Trabalhadores. Recentemente a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius – PSDB, foi comprovadamente envolvida num grande esquema de corrupção; salva por força de uma maioria fisiológica que votou contra seu impeachment. No Distrito Federal, o governado Roberto Arruda, vitrine das esperanças do DEM em retornar ao Governo Federal, foi flagrado em gravações recebendo propina.

O método sensacionalista de atribuir aos adversários a pecha de desonestos tem sido exercido exacerbadamente pelo PSDB/DEM de forma irresponsável e provocativa. Infelizmente contando com a prestigiosa colaboração de grande mídia. O PT tem sido alvo de sucessivos ataques, cujo objetivo é desqualificá-lo, destruí-lo e assim liquidar a esperança da classe trabalhadora de construir a sua alternativa de poder.

Alguns petistas parecem navegar num verdadeiro autismo político; não é possível desconhecer os ataques da direita, seu método e o desespero com que vem tratando o sucesso do Governo Lula e a crescente importância do Partido dos Trabalhadores. A que serve a permanente insistência dos apoiadores da candidatura Magela em querer relacionar o Agnelo Queiroz às gravações de Durval Barbosa? A quem interessa querer igualar nossa liderança aos envolvidos no episódio “Caixa de Pandora”? Será que já não bastam as infâmias alarmistas patrocinadas pela revista Veja e a inconseqüente afirmação do Estadão de que “o PT é o partido da bandidagem”?

O PT é um partido altivo, que o queremos coerente com seus compromissos estratégicos, cuja história relaciona-se à luta contra a ditadura militar, pela ampliação dos direitos dos trabalhadores, pela realização mudanças sociais e econômicas no país. O Partido dos Trabalhadores é reconhecido no mundo em razão de sua experiência enquanto partido de massa, socialista e de luta. Mas fundamentalmente, seu maior legado reside no fato de ter trazido os trabalhadores para a vida política; negando uma cultura de cinco séculos, expressa na máxima: lugar de trabalhador é no trabalho, cargos públicos são prerrogativas exclusivas das elites.

Portanto, se é legítimo o filiado, com suas obrigações estatutárias em dia, pleitear cargos ou indicação de cargos, isso não pode ser feito a despeito de seus compromissos com a construção partidária. Não aceitamos e não podemos aceitar que se extrapolem os limites de convivência democrática, em especial com a vigência do recém aprovado Código de Ética. Agora é momento de unificar o partido, ampliar sua expressão política, apresentá-lo como alternativa viável de governo ao Distrito Federal. O debate que nos interessa é aquele que assegure a inversão de prioridades e coloque a população no centro das atenções; que resgate a dignidade perdida e reveja a ocupação territorial no DF numa perspectiva para os próximos cinqüenta anos. Precisamos traçar caminhos com olhos voltados para o futuro, de forma a eliminar desigualdades e a exclusão social. Nossos compromissos precisam ser com um projeto de dimensão econômico-sustentável, que saiba combinar cultura local e oportunidades econômicas; vantagens comparativas e vocação regional; bebendo na fonte da desconcentração econômico no Distrito Federal, inclusive numa visão que inclua a Região do Entorno. Por isso defendemos candidatura própria do PT ao governo do Distrito Federal e reafirmamos a candidatura Agnelo Queiroz.


Em defesa de valores que dignifiquem o Partido dos Trabalhadores.

Eleição de Dilma Rousseff para Presidente da República.

Todos às prévias dia 21 de março de 2010.


MRS – Movimento de Reafirmação do Socialismo



 
 

 

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